O teorema Katherine – John Green

22027220SINOPSE: Dezanove foram as vezes que Colin se apaixonou.
Das dezanove vezes a rapariga chamava-se Katherine.
Não Katie ou Kat, Kittie ou Cathy, e especialmente não Catherine, mas KATHERINE.
E das dezanove vezes, levou com os pés.
Desde que tinha idade suficiente para se sentir atraído por uma rapariga, Colin, ex-menino prodígio, talvez génio matemático, talvez não, doido por anagramas, saiu com dezanove Katherines. E todas o deixaram. Então ele decide inventar um teorema que prevê o resultado de qualquer relacionamento amoroso. E evitar, se possível, ter o coração novamente destroçado. Tudo isso no curso de um verão glorioso passado com o seu amigo Hassan a descobrir novos lugares, pessoas estranhas de todas as idades e raparigas especiais que têm a grande vantagem de não se chamarem Katherine.

OPINIÃO: John Green entrou na minha estante com o seu livro mais emblemático: a culpa é das estrelas. Fui um entre os milhões de leitores que se apaixonou pela batalha que os personagens travaram, contada com um toque de humor mórbido que tornou a leitura intensa, inteligente e cativante.

Depois desta experiência, apostei no autor, claro! Li o À procura de Alaska e depois o Cidades de papel. Contudo, nenhum destes livros chegou aos calcanhares de A culpa é das estrelas.

O meu beloved Clube de leitura sugeriu ler O teorema Katherine. Ora bem, senti-me em casa, porque afinal já tinha um repertório considerável de obras lidas do autor. E embora nenhum me tenha arrebatado como o da primeira experiência, foram boas leituras.

Qual não foi o meu espanto ao me deparar com um livro fraquinho, com uma história chatinha e sem interesse que se destaque.

Eu tenho noção de que John Green escreve YA e que, como tal, os seus livros são dirigidos a um público mais jovem, mas sempre me pareceu que havia um “quê” de profundidade nas suas obras que as elevava dentro do género. Até agora…

O teorema de Katherine conta a história de Colin e de como ele se apaixonou por muitas Katherines. Entusiasta da matemática, decide criar um teorema que demonstre se uma relação vai ou não funcionar logo à partida. E pronto, é isto. Ele e o amigo saem em road trip e a viagem termina logo na primeira paragem, onde conhecem outros adolescentes. Os ideais de Colin são postos à prova e todo o livro é previsível e não há aquela emoção a que Green nos habituou nos outros livros. Há simplesmente a idiotice da adolescência.

Sinto que esbarrei num muro. Muro este que me vai impedir de querer continuar a ler o autor. Se leram outros que valham a pena, ajudem-me a ressuscitar a vontade de ler as obras deste autor.

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