Rubra: A árvore dos desejos – Katherine Applegate… por Andreia Silva

39696183.jpgSINOPSE: Autora distinguida com a John Newbery Medal, o mais importante prémio de Literatura infantojuvenil norte-americano. Rubra, um carvalho com muitos anos de vida, tantos quantos os seus anéis, vai contar-nos a sua história. Ela é também a «árvore dos desejos» da vizinhança – as pessoas escrevem os seus desejos em pedaços de papel ou retalhos de tecido e atam-nos aos ramos de Rubra. Vive com a sua amiga corvo, a Bongó, e outros animais que procuram refúgio nos esconderijos do seu tronco. Rubra pensava já ter visto de tudo na vida, até que a pequena Samar e os seus pais se mudam para a casa azul, mesmo à sua frente. Além do Simão, o vizinho da casa verde, são muito poucos os que recebem de braços abertos os recém-chegados. O tronco de Rubra fica, pela primeira vez, marcado pela tristeza. Inconformada, a árvore dos desejos decide agir. As suas memórias e experiência serão agora mais valiosas do que nunca. Um livro que diverte, que emociona e que ficará guardado na memória de quem o ler

OPINIÃO: Rubra é um carvalho muito antigo que consegue comunicar com as pessoas. Nele vivem muitos animais. É uma velha árvore sábia. É conhecida como a Árvore dos Desejos. Todos os anos se faz uma romaria até ela e as pessoas atam nos seus ramos farrapos com os seus desejos escritos.

Quando Samar e a família se mudam para o bairro, a árvore passa a ser o único ser que a aceita.

Este livro é maravilhoso!

Da primeira à ultima página, da primeira à última linha, é um livro que nos transporta para um mundo fantasioso com um toque, nada subtil, de infância perdida.

Tem uma escrita muito simples, mas muito tocante. Com diálogos, principalmente aqueles que são entre os animais, muito bem humorados, muito ternurentos.

Além de toda a parte lúdica e moral, o livro tem, não sei se intencionalmente ou não, muitos conhecimentos e factos sobre as aves e as plantas importantes. Isto serve para contextualizar quem está a ler o livro, e tendo em conta o leitor-alvo é de louvar esse cuidado que a autora teve ao escrever esta história.

Apesar de ser um livro mais voltado para o público mais jovem, devia ser uma história obrigatória para qualquer adulto. No meio de irrealidades (ou de sonhos) é-nos mostrado que devemos ter mais paciência para com o outro, mais tolerância e, acima de tudo, ter mais respeito por tudo aquilo que está à nossa volta, quer seja obra da natureza quer seja obra humana.

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