Petrus Logus: O guardião do tempo – Augusto Cury… por Andreia Silva

Liv60710021_fSINOPSE: Quando as fontes de água secaram, as terras tornaram-se inférteis e a violência invadiu o planeta, a Catástrofe aconteceu.

Agora, cem anos depois, o mundo volta a reestruturar-se e novos povos começam a surgir. O Reino de Cosmus, liderado pelo poderoso rei Apolo, tornou-se um grande império. Apoiado pelos seus cruéis conselheiros, Apolo prega que o conhecimento foi o responsável pela destruição do mundo e proíbe o uso da tecnologia, o acesso às escolas e aos livros. Porém, apesar do seu poder, Apolo não consegue controlar um dos seus filhos, o príncipe Petrus, que, ao contrário do irmão Lexus, não está interessado no poder e na guerra. Petrus gosta de aprender, foi educado pelo sábio Malthus para ser um líder justo e generoso e sofre as consequências de ser uma mente livre. Condenado a usar a Máscara da Humilhação, que pune os maiores criminosos do reino, o jovem príncipe tem de sobreviver para realizar a sua grande missão e tentar mudar o rumo da História.

Petrus Logus – O Guardião do Tempo é um bestseller no Brasil, da autoria do médico, professor e escritor Augusto Cury.

OPINIÃO: A Humanidade destruiu o que de melhor existia no planeta, e aconteceu a Catástrofe.

Séculos depois, num reino chamado Cosmus, existe um rei com dois filhos: um é ambicioso pelo poder do dinheiro e outro é ambicioso pelo poder do conhecimento e da justiça.

Petrus, rodeado de amigos fiéis, tenta enfrentar os conselheiros do rei, e o próprio rei, numa tentativa de restaurar o sentimento de humanidade entre os seres humanos que restam.

Augusto Cury não é um escritor que se limita a contar uma história ao leitor, descrevendo factos, pessoas, lugares e mostrando um enredo com princípio, meio e fim. Em simultâneo com a história há muitos pensamentos à volta do enredo, principalmente que têm a ver com a nossa pegada neste grande ecossistema que é o planeta Terra. Essa parte tocou-me imenso. A forma como ele (sem intenção?) nos mostra que são os Homens que podem causar a sua própria extinção funciona (ou devia funcionar) como uma estalada na cara de todos nós.

A história em si é muito simples o que torna a leitura fluída e dinâmica. Torna-se um daqueles livros que não nos deixa parar, e as páginas viram-se sozinhas.

Está mascarado de fantasia para não ser demasiado cruel para connosco. Porque, infelizmente, estas fantasias podem, muito facilmente, vir a ser as duras realidades do nosso amanhã.

Sabe a pouco quando chega ao fim. O final chama pela continuação (que existe!), deixando em aberto a batalha que Petrus ainda tem de enfrentar, mesmo tendo descoberto tantas coisas sobre ele mesmo.

É tocante, é profundo e incrivelmente revelador!

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