As raparigas esquecidas – Sara Blaedel… por Andreia Silva

30292213SINOPSE: Numa floresta da Dinamarca, um guarda-florestal encontra o corpo de uma mulher. Marcada por uma cicatriz no rosto, a sua identificação deveria ser fácil, mas ninguém comunicou o seu desaparecimento e não existem registos acerca desta mulher.Passam-se quatro dias e a agente da polícia Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, continua sem qualquer pista. É então que decide publicar uma fotografia da misteriosa mulher. Os resultados não tardam. Agnete Eskildsen telefona para Louise afirmando reconhecer a mulher da fotografia, identificando-a como sendo Lisemette, uma das «raparigas esquecidas» de Eliselund, antiga instituição estatal para doentes mentais onde trabalhara anos antes.Mas, quando Louise consulta os arquivos de Eliselund, descobre segredos terríveis, e a investigação ganha contornos perturbadores à medida que novos crimes são cometidos na mesma floresta. Através de uma narrativa envolvente, vertiginosa e de forte impacto emocional, Sara Blædel não deixa o leitor descansar enquanto não chegar ao fim do livro.

«Arrepiante! Um enredo fabuloso, pleno de personagens realistas!»

Publishers Weekly

 

OPINIÃO: Uma mulher é encontrada morta numa floresta dinamarquesa.  Apesar de ser facilmente identificável devido a uma cicatriz de elevado tamanho no rosto, o cadáver não é reclamado nem consta da lista de desaparecidos. A partir da foto divulgada pela agente Louise Rick, é revelado que esta mulher foi, na realidade, uma das “raparigas esquecidas” de uma instituição para doentes mentais.

O livro tem, à partida, uma premissa boa e provavelmente agradar-me-ia, visto ser um thriller nórdico e, por isso, macabro e surpreendente. Não me desiludiu nesse aspeto, mas faltou-lhe qualquer coisa para ser um livro de cortar a respiração. A investigação foi feita de uma maneira um pouco confusa e os factos escondidos não despertavam a curiosidade que se pretende neste tipo de livro.

Não gostei muito da agente de polícia, apesar da boa química que ela tem com o seu parceiro de investigação, o Eik. A ligação com o passado é patente e a resolução deste crime não é apenas uma questão de justiça social, mas de resolução pessoal da própria Louise. E é aqui que a confusão com a investigação acontece e isso não me agradou.

No entanto, o desfecho está muito bem conseguido e foi aqui que a autora prendeu a minha atenção. A partir daqui, apenas parei na última página.

Não esperava que fosse aquela personagem a culpada de todas aquelas tragédias…

É um bom policial, mas não me fez perder o sono.

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