A rapariga do calendário: livro 1 – Audrey Carlan

30627473SINOPSE: Mia Saunders precisa de dinheiro. De muito dinheiro. Tem um ano para pagar ao agiota que ameaça a vida do pai e exige o reembolso de uma enorme dívida de jogo. Um milhão de dólares para ser exacto.
A sua missão é simples: trabalhar como acompanhante de luxo para a empresa da tia, com sede em Los Angeles, e pagar mensalmente uma parte da dívida. Passar um mês com um homem rico, com o qual não é obrigada a ir para a cama se não quiser. Dinheiro fácil.
A curvilínea morena amante de motas tem um plano: entrar no jogo, conseguir o dinheiro e voltar a sair. Parte do plano é manter o coração fechado a sete chaves e os olhos no objectivo.
Pelo menos é como espera que corra.

Sexo, Amor e segredos. Uma história que a fará sonhar.

OPINIÃO: Amantes dos romances eróticos, este é para vocês.

A Rapariga do Calendário segue o ano em que Mia (adoro o nome dela) aceita ser acompanhante de luxo para poder liquidar as dívidas do pai.

Em cada mês, Mia viaja para uma cidade diferente, para um mundo diferente, para um cliente novo. Cada homem que ela conhece ensina-lhe um pouco mais acerca de si mesma e da forma como se vê e lida com a vida.

Em Janeiro, Mia envereda pela primeira vez neste mundo que, à partida, parece superficial. Mas não é.

O belo surfista, homem de negócios, Wes não é o que ela esperava e, rapidamente, criam uma cumplicidade que Mia nunca sentiu com ninguém.

Apesar de estar em constante aviso para não se apaixonar, Mia deixa ficar um pedaço dela com Wes quando Janeiro termina.

Este é o mês romântico, o mais ternurento, que fará os leitores suspirar e torcer pelo regresso de Wes à história.

Fevereiro inicia-se conturbado por um pequeno incidente. Conhecemos o pintor francês e entramos no capítulo mais erótico, mais sexual deste primeiro volume.

Aqui, Mia aprende que pode haver várias formas de amar alguém.

O terceiro mês fez-me rir. Confesso que gostei da rasteira que a autora nos fez.

Sabem quando estamos a ler um livro erótico e, de repente, estamos fartos de sexo e mais sexo e parece que mais nada acontece a não ser sexo?

Pois, Audrey combate isso com a inclusão de passagens acerca dos agiotas, da relação da protagonista com a irmã e com a melhor amiga. No entanto, finta os leitores com o mês de Março.

Março cria uma linha com Janeiro e, ao mesmo tempo, parece-me que se dá uma mudança positiva em Mia.

Nem sempre simpatizei com Mia. Por vezes, irritava-me a hipocrisia dela. Algumas reações dela levavam-me a crer que ela tinha uma opinião muito errada acerca dela mesma e do que andava a fazer.

Felizmente, havia outros personagens, como a tia e o pintor, que a puxavam à terra e lhe faziam ver a realidade.

“A rapariga do Calendário” traz algo diferente para o género erótico que acredito que há de agradar a muitos leitores.

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