O pistoleiro – Stephen King

18070976SINOPSE: No primeiro livro desta série brilhante, Stephen King apresenta os leitores a uma das suas personagens mais enigmáticas, Roland de Gilead, o último dos pistoleiros. Roland é uma figura marcante, um solitário numa viagem arrebatadora em direção ao bem e ao mal. No seu mundo desolado, que reflete assustadoramente o nosso, Roland persegue o homem de negro, conhece a atraente Alice e começa a sua relação de amizade com um rapaz de Nova Iorque chamado Jake. Ao mesmo tempo realista e onírico, O Pistoleiro deixa os leitores ansiosos pelo novo capítulo desta série. Passada num mundo de circunstância extraordinárias, com um imaginário visual espantoso e personagens inesquecíveis, a série A Torre Negra é ímpar. A obra mais visionária de Stephen King, um misto mágico de fantasia e horror.

OPINIÃO: Quem me conhece (e até quem segue apenas as minhas opiniões no blogue) sabe a reverência que faço a Stephen King. Simplesmente, acredito que este autor recuperou a verdadeira essência do terror, pela forma como brinca com o psicológico e explora as emoções humanas. King é cru e não mede os efeitos que as suas descrições terão sobre os leitores. Rebusca o que de pior há nas pessoas e expõe, explora, joga com esses defeitos.

A trilogia da Torre Negra é considerada a sua maior obra.

Ora bem, li o “O iluminado”, “Carrie”, “A cúpula” e “A hora do vampiro”. Nenhuma destas obras me desconsiderou como leitora, me deu batalha, ou se transformou num suplício para captar a essência do enredo. Até aqui, King foi um autor acessível, apesar da introspeção a que obriga na desconstrução do ser humano a que recorre em todas histórias. Com o primeiro volume da trilogia “Torre Negra” andei literalmente perdida!

Não faço ideia do que li, do que era suposto ter apreendido deste enredo. Foi como sonhar, viajar sob o nevoeiro, ter os olhos cheios de areia e querer ver e não conseguir.

Que confusão!

O que é que eu fui fazendo? Tentei encontrar alguma lógica no ilógico! Se acertei, não sei.

Pela primeira vez na vida, acho que não possuo a maturidade suficiente para apreciar um livro, para o compreender.

Daqui a uns anos talvez lhe volte a pegar e se faça alguma luz.

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