Sono – Haruki Murakami

2SINOPSE: «Há dezassete dias que não durmo.» Assim tem início a história que Haruki Murakami imaginou e escreveu sobre uma mulher que, certo dia, deixou de conseguir dormir. Pela calada da noite, enquanto o marido e o filho dormem o sono dos justos, ela começa uma segunda vida. E, de um momento para o outro, as noites tornam-se de longe mais interessantes do que os dias… mas também, escusado será dizer, mais perigosas.

OPINIÃO: Quantas vezes se sentiram a lutar contra o tempo? Mil e uma coisas para fazer num dia e as horas escoam-se. O cansaço abate-se sobre nós e temos de ir dormir, porque o corpo assim o exige…

Sentimos isto em dias de trabalho, a precisar de estudar, nas férias.

Agora, imaginem que não precisavam de dormir. Sim, simplesmente o corpo não exige esse descanso, esse repouso. A mente funciona na perfeição e as horas mortas da noite são substituídas por um estado de total dispersão.

Imaginem só o enredo que pode partir desta premissa. Minha nossa! As coisas que esta mulher, casada e mãe de filhos, pode fazer. A vida dupla que pode vir a cair…

Naaaaahhhh! O autor preferiu pô-la a ler Tolstoi noites a fio…

Sono? Sim, foi um verdadeiro sono ler isto e uma grande desilusão.

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