As velas ardem até ao fim – Sándor Márai

1SINOPSE: Um pequeno castelo de caça na Hungria, onde outrora se celebravam elegantes saraus e cujos salões decorados ao estilo francês se enchiam da música de Chopin, mudou radicalmente de aspecto. O esplendor de então já não existe, tudo anuncia o final de uma época. Dois homens, amigos inseparáveis na juventude, sentam-se a jantar depois de quarenta anos sem se verem. Um, passou muito tempo no Extremo Oriente, o outro, ao contrário, permaneceu na sua propriedade. Mas ambos viveram à espera deste momento, pois entre eles interpõe-se um segredo de uma força singular…

OPINIÃO: As velas ardem até ao fim, porque não há movimento, porque nada acontece. E ardem, ardem… num autêntico TÉDIO!

Há certos livros que deviam ser reduzidos a diários e entregues apenas a quem quer ler sobre sentimentos deprimentes, sensações de inexistência e não para quem procura uma história. É que, pelo amor da santa, eu gosto e respeito finais abertos, mas não escancarados! Dá a impressão que, antes de chegar ao fim, o autor atirou com o livro pelo ar e disse: “‘Tou farto disto! Fica como está!”

Pois bem, Sándor Marái, pões para aqui adultérios, fugas e tentativas de assassinato e não consluis nada! Enough for me. Adeus e até nunca mais! Humpf!

(A não ser que o Clube de Leitura torne a sugerir outro livro dele)

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