Não digas nada – Mary Kubica

33SINOPSE: Um thriller psicológico intenso e de leitura compulsiva, Não Digas Nada revela como, mesmo numa família perfeita, nada é o que parece.

Tenho andado a segui-la nos últimos dias. Sei onde faz as compras de supermercado, a que lavandaria vai, onde trabalha. Nunca falei com ela. Não lhe reconheceria o tom de voz. Não sei a cor dos olhos dela ou como eles ficam quando está assustada. Mas vou saber.

Filha de um juiz de sucesso e de uma figura do jet set reprimida, Mia Dennett sempre lutou contra a vida privilegiada dos pais, e tem um trabalho simples como professora de artes visuais numa escola secundária.

Certa noite, Mia decide, inadvertidamente, sair com um estranho que acabou de conhecer num bar. À primeira vista, Colin Thatcher parece ser um homem modesto e inofensivo. Mas acompanhá-lo acabará por se tornar o pior erro da vida de Mia.

OPINIÃO: Mas que grande bofetada levei!

Mas é que eu não estava mesmo NADA à espera deste final!

Fogo…

Que mudança drástica de opinião em relação a TUDO que li! Só por isso, parabéns! Há algum tempo que não me via assim surpreendida.
De início, achei o livro muito parado e confesso que me irritava um pouco as mudanças de perpetivas, saltando de personagem em personagem, e, sobretudo, as oscilações no tempo que me deixavam um pouco confusa.
No entanto, apesar de, de certo modo, já esperar um pouco o enredo romântico e de a meio do livro pensar que não iria receber nada de extraordinário, estava bastante entretida com a história. Agora, aquele final… Surpreendente, sem dúvida!
Descobri um gosto pelo género que não sabia que o tinha. Porém, tal terá acontecido porque há uma exploração maior na intimidade dos personagens do que no plano policial e isso terá servido como motivador para mim, uma vez que vai de encontro com o meu gosto pessoal.
Não houve nenhum momento em especial que sinta vontade de realçar. Talvez, um todo que funciona, um todo que leva o leitor para uma teia de emoções contraditórias.
Ensina que a vida é curta demais e que a inevitabilidade não permite que nos afastemos de quem amamos. Um grande apelo ao “seize the moment” nas entrelinhas.

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