Jogos na noite – Sherrilyn Kenyon

19SINOPSE: Bride McTierney está farta de homens. São reles, egocêntricos e nunca a amam pelo que ela é. Mas embora Bride tenha orgulho na sua independência, no fundo deseja o seu príncipe encantado. Apenas nunca pensou que este pudesse ocultar-se sob uma pele de lobo!

Alguém tão perigoso e atormentado como Vane Kattalakis não é quem parece. Um Predador do Homem na forma de lobo, ele é um alvo a abater pelos muitos inimigos. Vane não está à procura de uma parceira, mas as Parcas marcaram Bride como sua. Agora tem três semanas para a convencer de que o sobrenatural é real ou perderá o respeito dos seus pares. Mas como é que um lobo convence uma mulher a confiar-lhe a vida quando tem inimigos na sua peugada? Num mundo tão cruel como o dos Predadores humanos, o amor fará alguma diferença?

Saída de Emergência

OPINIÃO: Quem começa a ler esta saga não consegue ficar muito tempo sem pegar nela. Kenyon nunca desilude. Uns melhores, outros menos, mas nunca maus. Assim são os predadores.

Repararam como eu não acrescentei “da noite” a predadores? That’s right! Este livro aborda um mundo ligeiramente diferente dos anteriores. Vane não é um predador da noite e sim um predador do homem.

Qual é a diferença?

Em primeiro lugar, Vane não está ao serviço de Artémis, nem dependente da vontade da mesma. Vane pode apanhar banhos de sol e é mortal. Detém uma longevidade maior do que os humanos (muito maior), mas acabará por perecer pela idade. Não tem presas de vampiro, mas tem presas e garras de lobo. Sim, Vane é um lobisomem.

À partida, parece que Vane é um personagem bem mais feliz do que os que estão presos à vontade de Artémis, aqueles que conhecemos anteriormente. Desenganem-se. Vane está condenado a ser descendente de uma raça primitiva, com as suas leis muito próprias e, sobretudo, a ser filho dos seus pais.

Confesso que prefiro os predadores da noite, mas Vane tem o seu charme próprio que conquista pela ingenuidade nos comportamentos sociais humanos.

A protagonista é mais cheiinha desta vez, trazendo alguma insegurança com ela graças ao ex-namorado. Não é aborrecida, sendo bem dona da sua vontade.

Depois, vocês já conhecem Kenyon e a sua malandrice.

Quem não conhece, eu introduzo: A autora insere sempre momentos bem quentes ao enredo. O erotismo destes livros não cansa porque faz parte da narrativa, isto é, NÃO É a  narrativa em si (como se tem verificado nalguns livros que por aí circulam). Estes livros não são vulgares!

E Acheron e a sua Simi? Estão aqui também! Muitas vezes! Adoro as passagens do Atlante e da sua demónia!

Também podem contar com a presença de personagens dos livros anteriores. Eu cá adoro quando isso acontece. Parece que ainda nos sentimos mais em casa.

É uma série longa? Sem dúvida. Cansa? Até ver, nadinha! 😉

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