Queimada – P.C.Cast + Kristin Cast

SINOPSE: A Casa da Noite aguarda-te. Num mundo igual ao nosso mas onde os vampyros não só existem como são tolerados, esta é a escola de referência. Um local cheio de perigos e segredos onde os jovens marcados têm dois destinos: ou se transformam em vampyros ou morrem destroçados.


Zoey Redbird, vampyra destinada a ser Alta Sacerdotisa, perdeu o seu caminho. Os imensos poderes que detém foram insuficientes para salvar uma das pessoas mais próximas de si, despedaçando a sua alma e coração. Agora o seu grupo de amigos tem de lutar para que ela regresse e ponha um fim às trevas que se apoderam da Casa da Noite.

Mas o mal tem os seus próprios planos e estes não esperam por Zoey. Os vampyros enfrentam a maior ameaça de sempre e precisam de toda a força da jovem para lidar com problemas muito para além de novas raças de vampyros, imortais caídos em desgraça ou namorados. A escuridão apodera-se do mundo e apenas Zoey poderá lutar por um caminho ao encontro da luz… Se não se queimar…


OPINIÃO: A série da “Casa da noite” sofre reviravoltas, que anunciam as possíveis ramificações para a reta final da história de Zoey.

Este volume é de viragem, com pouca ação e recheado de sentimentos, sugerindo que as personagens entraram numa fase de crescimento, crucial para a adversidade que se aproxima.

Já há alguns volumes que damos conta que certas personagens secundárias adquirem um papel dominante no enredo. Neste livro, Stevie Rae e Afrodite são as duas vozes predominantes, além de Stark e, claro, Zoey.

Tanto Stevie Rae como Zoey são confrontadas com situações que exigem soluções rápidas. Estas tomadas de decisão abrangem um largo número de destinos e isso fá-las-à ganhar alguma maturidade, necessária, para o confronto com Kalona e Neferet, que se tornam, cada vez mais, perigosos.

Stevie Rae, por sua vez, adquire uma tonalidade acinzentada na sua personalidade, agindo de forma imprevisível, mergulhada num prol de sentimentos contraditórios. Começa a notar-se uma semelhança imensa desta personagem com Zoey, tanto na rebeldia, como na linguagem.

As Cast escrevem para um público jovem, apanhando a gíria e a descontração típica dos adolescentes. Esta linguagem pode soar estranha, numa primeira investida, mas, depois de entrar no enredo, ganha um papel de autenticidade, dando à saga uma peculiaridade que a distingue.

Porém, o livro é de ação lenta e demora a desenvolver. O ponto alto é a reflexão de Zoey, na descoberta de si mesma.

O tempo cronológico (como já é hábito) é bastante curto, abarcando duas semanas.

Cada vez mais me questiono qual será o desfecho final para esta história. A curiosidade é imensa. 



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