A cruz de Morrigan – Nora Roberts

SINOPSE: Uma batalha entre as forças do bem e do mal está prestes a começar. De um lado Lilith, a vampira mais poderosa do mundo. Do outro, a deusa Morrigan, que tudo fará para a travar com o seu círculo… 


Irlanda, século XII. O feiticeiro Hoyt está destroçado pela perda do seu irmão gémeo, transformado num vampiro pela poderosa Lilith. A deusa Morrigan está determinada a enfrentar Lilith e avisa Hoyt de que chegará um dia em que se formará um círculo de seis, destinado a enfrentar Lilith e salvar a Humanidade. Hoyt usa os seus poderes para viajar à Nova Iorque dos dias de hoje onde descobre o seu irmão, um homem bem-sucedido mas frio e cínico, e pede-lhe auxílio na luta contra Lilith. Mas o círculo não está completo sem os poderes mágicos da artista Glenna Ward. Hoyt não confia na magia dela, mas ambos farão tudo para alcançar os seus objetivos. E ao enfrentarem legiões de inimigos, apercebem-se de que o amor que cresce entre ambos poderá aumentar as probabilidades de derrotarem Lilith…

OPINIÃO: Hoyt tem um irmão gémeo que é transformado em vampiro pela rainha Lilith. Cian por sua vez, e na sua condição de recém nascido, transforma-se num monstro sanguinário. Hoyt quer vingar o irmão mas a sua magia não é suficiente para aniquilar a raça que se tem vindo a propagar pelo mundo. A sua sede de vingança é travada por Morrigan que apela à sua paciência e profetiza que Hoyt terá a sua vingança, mas não agora, não neste século. Terá de viajar para o século XXI e encontrar os 5 soldados que se juntamente com ele, salvarão o mundo. É nestas condições que Hoyt atravessa o tempo e encontra o seu irmão na era da tecnologia. 
Cian é a melhor personagem deste livro. Com o uso do sarcasmo, a seriedade com que lida com as situações e o mistério que o envolve, fazem dele uma mais valia para esta trilogia. Merece mais destaque e a leitura das entrelinhas dá a entender que nos próximos volumes, ele  terá mais protagonismo.
Para além de Cian, Hoyt encontra o segundo soldado logo de seguida e essa dá-se pelo nome de Glenna. 
Glenna é daquelas personagens femininas que pensa poder lidar com tudo e que não precisa de ajuda de ninguém e depois só complica. É bruxa e poderosa, mas a sua personalidade não me cativou nem um pouco. É precipitada e infantil, apesar de se auto denominar “mulher independente” e apelar à maturidade dos outros personagens.
Mais tarde surgem 2 primos, vindos também do passado, que trazem alguma harmonia à história. A princesa e “aquele que muda de forma” são personagens que mais desenvolvidas terão, certamente, destaque entre os outros.
Houve um momento que fiquei surpreendida pela positiva e espero que nos outros dois livros mais cenas semelhantes surjam. Não vou desenvolver este ponto para não dar spoilers. 😉
Não falo muito da história porque ela não foi de todo desenvolvida. Grande parte do livro passa-se numa casa com as personagens a conversarem entre si.
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