Beijo de Ferro – Patricia Briggs

SINOPSE: Mercy Thompson é mecânica de automóveis e uma rapariga tão bela quanto independente. O seu segredo? Consegue mudar de forma. A sua perdição? Não consegue mudar de lealdade. Como tal, quando o seu antigo mentor é preso por assassínio e deixado a apodrecer atrás das grades pela sua própria espécie, Mercy está disposta a arriscar a vida numa missão solitária para limpar o nome dele. Mas a sua lealdade também vai ser testada de outros lados: os lobisomens não são conhecidos pela sua paciência e, se Mercy não se decide entre os dois de quem gosta, Sam e Adam podem fazer a escolha por ela… Com enredos tortuosos, personagens inesquecíveis e uma escrita dinâmica, Patricia Briggs eleva a fantasia urbana a novos patamares de qualidade. 


Criada por lobisomens, Mercy Thompson prepara-se para a aventura da sua vida.


OPINIÃO: A Mercy parte tudo!
Começar a crítica deste livro com esta exclamação tão trivial não me parece nada despropositado e fora de contexto, isto porque a coleção de Briggs é absolutamente excecional!
Mais uma vez devorei um livro das aventuras da mecânica caminhante, 48horas de visita a um mundo onde os lobisomens são territoriais e temperamentais; os seres feéricos são assustadores; os humanos são subestimados e os vampiros uma classe de elite a temer.
Só tenho de dizer, antes de mais, que fiquei um pouco triste de não ver Stefan neste volume. Tenho um fraquinho por vampiros e o desta saga ainda tem muito que mostrar, tem imenso potencial.
Quanto ao “Beijo de ferro” em si, o nome dirige-nos para as fadas, ou melhor, aos seres feéricos(isto porque o ferro é por excelência o ponto fraco desta espécie). O trama centra-se em redor de Zee e de um crime que ele não cometeu. Mercy não consegue deixar de lado a ideia de ver o seu mentor a ser condenado, logo embarca numa pesquisa que irritará estes seres antigos e poderosos.
Adorei a ligação destes seres às histórias clássicas dos Grimms e sinceramente, elas conseguem mesmo ser assustadoras, ainda mais com a fluência de diálogos que Briggs proporciona, o que permite a imaginação do leitor fluir com mais nitidez os acontecimentos.
Quanto ao triângulo amoroso de Adam, Samuel e Mercy que se criou no volume anterior, adianto que ficará resolvido, mas quanto a mim, fiquei um pouco desiludida com a reação de uma das personagens neste assunto. No entanto isso foi recompensado com a veracidade nos sentimentos de Mercy, que não faz aquilo que sente e sim aquilo que quer, o que não significa que não seja mulher e certas ações não doam.
O desfecho foi diferente daquilo que imaginei o que superou de longe as minhas expetativas. Adorei a audácia entegue aos últimos três capítulos e a ansiedade que me provocou ao querer ler mais e mais até ficar resolvido.
Adorei, adorei, adorei!
Esta heroína está equivalente à Sookie de Charlaine Harris e ambas deliciam-me com os seus temperamentos únicos e desenfreados.
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