Os Imperfeccionistas – Tom Rachman

SINOPSE: Neste romance de estreia, Tom Rachman retrata um grupo de personagens que trabalham num jornal de língua inglesa em Roma. Os capítulos leem-se como se de contos se tratassem, entrecruzando o dia a dia dos homens e das mulheres que dão vida àquele jornal. À medida que a era digital se sobrepõe à imprensa tradicional deixando as personagens num futuro incerto, a história do jornal é revelada… incluindo a surpreendente verdade por trás das intenções do seu fundador.

Tom Rachman nasceu em Londres e cresceu em Vancouver, no Canadá. Formou-se na Universidade de Toronto e na Faculdade de Jornalismo da Universidade de Columbia. Foi correspondente em Roma da Associated Press e trabalhou como editor do International Herald Tribune, em Paris, entre 2006 e 2008. Este é o seu primeiro romance.

OPINIÃO: É um livro simples e bastante complexo. Esta afirmação é de fato muito estranha, isto porque quando tratamos do ser humano no seu estado mais, digamos, normal(?) a verdade é antagónica.
“Os Imperfeccionistas” tem um teor sociológico forte e foca as duas vertentes da vida do quotidiano, o profissional e o particular.
É interessante perceber como as pessoas automaticamente acolhem máscaras para cada uma das suas “vidas” e como as suas personalidades se alteram quando confrontados na intimidade.
As personagens trabalham todos num jornal e a todos os capítulos conhecemos uma história de vida. Geralmente eles estão ligados a nível profissional o que também aguça a curiosidade de querer saber como é que os outros os vêem quando nós, leitores, já os conhecemos com as suas fraquezas, aparentamente “invisiveis”.
“Os Imperfeccionistas” não tem um enredo pessimista mas sim moralista. Se refletirmos bem, percebemos que grande parte da culpa dos maus desfechos devem-se estritamente por culpa das escolhas das personagens; hesitações, sensibilidade, frieza, etc…
Grande parte das complicações assenta na ideia fixa do crescimento profissional e consequentemente, a perda da vida pessoal.
É fácil de ler, tem uma divisão apelativa, em contos, o que torna a leitura mais rápida. É certo que haverá histórias mais impressionantes do que outras mas todas têm o seu “quê” de interesse.
Aprende-se imenso com este género de livros exploratórios da sociologia e aconselho a leitura deste em especial.

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