Sangue Fresco – Charlaine Harris

SINOPSE: Uma grande mudança social está a afectar toda a humanidade. Os vampiros acabaram de ser reconhecidos como cidadãos. Após a criação em laboratório, de um sangue sintético comercializável e inofensivo, eles deixaram de ter que se alimentar de sangue humano. Mas o novo direito de cidadania traz muitas outras mudanças…

Sookie Stackhouse é uma empregada de mesa numa pequena vila de Louisiana. É tímida, e não sai muito. Não porque não seja bonita – porque é – mas acontece que Sookie tem um certo “problema”: consegue ler os pensamentos dos outros. Isso não a torna uma pessoa muito sociável. Então surge Bill: alto, moreno, bonito, a quem Sookie não consegue ouvir os pensamentos. Com bons ou maus pensamentos ele é exactamente o tipo de homem com quem ela sonha. Mas Bill tem o seu próprio problema: é um vampiro. Para além da má reputação, ele relaciona-se com os mais temidos e difamados vampiros e, tal como eles, é suspeito de todos os males que acontecem nas redondezas. Quando a sua colega é morta, Sookie percebe que a maldade veio para ficar nesta pequena terra de Louisiana.

Aos poucos, uma nova subcultura dispersa-se um pouco por todos os lados e descobre-se que o próprio sangue dos vampiros funciona nos humanos como uma das drogas mais poderosas e desejadas. Será que ao aceitar os vampiros a humanidade acabou de aceitar a sua própria extinção?
 
OPINIÃO: Admito que comecei a ler este livro após ver a primeira temporada da série exibida pela HBO e pela RTP1. Todavia, hoje sou fanática pelos livros e a série, apesar de não desiludir, não tem o mesmo sabor.

Charlaine Harris tem uma escrita bastante especial. A partir do momento em que iniciamos esta leitura vemo-nos na pele de Sookie, uma personagem tão real num mundo tão estranho e ao mesmo tempo tão credível. Para além das qualidades que cercam esta personagem, Sookie também é telepata, o que aguça ainda mais a interação com as outras personagens que constituem o enredo.

Um segundo ponto a favor da autora é o misto que encontramos entre a fantasia(para adultos) e o policial que traz momentos de pura acção.

Neste primeiro volume, há um assassino à solta que ataca mulheres que à partida estarão relacionadas com vampiros(sim, toda a gente sabe da existência das criaturas) e visto que Sookie iniciou recentemente uma relação com o vampiro Bill, poderá ela também ser um alvo a abater.

As personagens masculinas são simplesmente deliciosas. Eric, o xerife do Louisiana e proprietário do “Fangtasia”(um nome bastante original, não acham?) é a personagem mais cativante de todo o rol de criações extraordinárias de Harris. Tem uma personalidade forte, é misterioso e aparentemente frio e calculista. É um prazer ler a apresentação desta personagem e acompanhar a sua evolução.

Para além de Eric, temos Sam(o metamorfo), Pam(a vampira “frígida”), Jason(o irmão mulherengo e descontraído) e outras personagens que apesar de estarem de passagem, não perdem a sua essência, importância no decorrer da narrativa.

Esta saga vicia, aviso!
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