A primeira noite – Marc Levy

SINOPSE: «O romantismo deste livro é uma autêntica aventura.» 

Le Parisien 


Há uma lenda que conta que a criança no ventre de sua mãe conhece todo o mistério da Criação, da origem do mundo até ao fim dos tempos. Ao nascer, um mensageiro passa por cima do berço e põe um dedo sobre os seus lábios para que a criança nunca revele o segredo que lhe foi confiado, o segredo da vida… 
(…) 
Este dedo pousado que apaga para sempre a memória da criança deixa uma marca. Essa marca todos nós a temos sobre o lábio superior, excepto eu. 
No dia em que nasci, o mensageiro esqueceu-se de me visitar, e eu lembro-me de tudo. 
O amor é a derradeira aventura – mas todas as aventuras implicam perigos. Do alto dos planaltos da Etiópia às paisagens glaciais dos Urais, Marc Levy conclui com o seu novo romance a epopeia iniciada em O Primeiro Dia. 
«Um triunfo.» – France Soir

 
OPINIÃO: Uma viagem perigosa à volta do mundo numa corrida contra forças poderosas que querem impedir que o objectivo seja alcançado.
Para piorar a situação, desconhecem que são perseguidos, a fome de descoberta é imensa e o amor que os une dá-lhes força para ultrapassar qualquer obstáculo que se oponha.
Um velho texto, dois fragmentos que emitem uma luz azul celestial e a sede de encontrar respostas para a origem do mundo. São estes os ingredientes que movem Adrian e Keira em viagens conturbadas com a ajuda de Walter em Londres.
“A primeira noite” foi a minha obra de estreia deste autor e devo dizer que não fiquei nada desiludida. Para além das personagens ricas que criou, o autor fornece ao longo da obra conhecimentos que deliciam os mais curiosos. Para os amantes da História e das estrelas, este livro é um autêntico deleite. Para mim que sou um tanto leiga nesses assuntos, confesso que me confundiu um pouco mas isso apenas serviu para me motivar a entender conceitos que até hoje nada me diziam.
Quem procura uma história de amor, também não fica desapontado, a relação de Adrian e Keira é cativante pelas suas personalidades que tanto conseguem ser extremamente emotivas como roçam o cómico. Mas os momentos de sorrisos instantâneos surgem com Walter, o inglês que não tem papas na língua.
Um leque de outras personagens menos apelativas no sentido de pertencerem ao lado que bloqueia a acção dos protagonistas, também se destacam pela astúcia e pela imprevisibilidade dos seus comportamentos.
Uma narrativa fluente que corta os momentos mortos e que provoca no leitor uma ansiedade tremenda a cada página virada.
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