Morte no Nilo – Agatha Christie

Sinopse:
Um dos mais famosos casos de Hercule Poirot. A tranquilidade de um cruzeiro ao longo do Nilo é ensombrada pela descoberta do cadáver de Linnet Ridgeway. Ela era jovem e bela; e tinha tudo… até perder a vida! Hercule Poirot apercebe-se de que, a bordo do navio, todos os passageiros são possíveis assassinos: pelas mais diversas razões, todos tinham algo a apontar a Linnet. Mas quem terá sido levado ao acto extremo de a alvejar? Ainda que tudo aponte para a mesma pessoa, o detective cedo descobre que naquele cenário exótico nada é exactamente o que parece.
“Morte no Nilo” (Death on the Nile) foi originalmente publicado em 1937, na Grã-Bretanha. A edição americana veria a luz do dia em 1938. O filme homónimo, de 1978, conta com um elenco de luxo, de onde se destacam os nomes de Peter Ustinov (naquela que seria a sua primeira interpretação de Hercule Poirot), David Niven, Bette Davis, Angela Lansbury e Maggie Smith. A adaptação para teatro, feita pela própria autora, estreou em Londres em 1946 e subiu aos palcos americanos no mesmo ano, sob o título Hidden Horizon.

OPINIÃO:
Muitas vezes senti curiosidade de pegar num romance policial. Contudo, o fantástico sobrepôs-se sempre a estas tentativas.
Há cerca de um ano para cá, surgiu nos quiosques uma colecção lindíssima dos livros da Agatha Christie e aí pensei: ler policiais por ler, mais vale pegar na rainha do género, e assim fiz.
A morte no Nilo foi o primeiro livro da autora que me atrevi a ler e apesar de não ser fã deste tipo de enredo, confesso que fiquei rendida até ao final, a curiosidade de descobrir o assassino conseguiu arrastar-me até ao último parágrafo.
A personagem fulcral, o grande detective Poirot, faz jus à fama que lhe atribuem, pois, está extremamente bem construído no ponto de vista narrativo.
A história não diverge de muitas outras do género. Mortes estranhas ocorrem num barco durante a sua travessia no Nilo. Poirot, que se encontra também a bordo, segue pistas, primitivas comparadas às tecnologias a que hoje estamos habituados, para desvendar o autor dos crimes.
É sempre interessante seguir o raciocínio destas personagens sobretudo de Poirot, que não tendo acesso a métodos mais avançados, usa os seus cinco sentidos para se orientar, sempre solitário, na investigação.
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